"O céu dessa vez não clareou...
Nem a lua dessa vez, brilhou."
Nem a lua dessa vez, brilhou."
As vezes ela anda ao meu redor
Passa sem fazer um ruído sequer
Toca fundo, agoniza, tira o ar
Mas traz inspiração
Quanto eu queria tê-la longe
É o quanto a tenho aqui
Resta-me aos olhos apreciar uma imagem
Formada de vultos em meio às sombras
Seus olhos me entristeceram (novamente)
E sua face já não me surpreende
Reflexos dessas amargas e negras águas
Imerso pelo frio, me arrepio com seu toque
Suave, único e contaminante
Tristeza enfim, maldita solidão
Um comentário:
- oooi...muito fodah seu blog o/
e seus poemas sum ,lindos *-*
BjÚú..bYe
=**
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