segunda-feira, julho 09, 2007

Não há beleza
Nesta mesa
O osso corroído
De um ser dolorido

Enche sua pança
Até quando esta matança?
Estas taças de cristais
Cheias de liquído vicerais

Te fazem sorrir
Nessa mesa essa toalha
Me faz regurgir
Enquanto você exalta essa mortalha

Isso me faz uma praga rogar
Quanto mais tu matas
Para se alimentar
Mais fome teu espirito terás!

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