Não há belezaNesta mesa
O osso corroído
De um ser dolorido
Enche sua pança
Até quando esta matança?
Estas taças de cristais
Cheias de liquído vicerais
Te fazem sorrir
Nessa mesa essa toalha
Me faz regurgir
Enquanto você exalta essa mortalha
Isso me faz uma praga rogar
Quanto mais tu matas
Para se alimentar
Mais fome teu espirito terás!
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